WEB RÁDIO ALTERNATIVA

ACESSE A NOSSA PROGRAMAÇÃO

Alternativa Web Rádio. Com Você o Tempo Todo!

ALMOCANDO COM MÚSICA

Segunda a Sexta das 12:00 às 14:00.

BRASIL REGIONAL

Todos os Domingos às 05h.

ROBERTO CARLOS E COMPANHIA

Segunda a Sexta das 16h às 17h.

SAUDADE A FLOR DA PELE

Todos os Sábados e Domingos das 17h às 18h.

CONEXÃO JOVEM

Segunda a Sexta das 13h às 14h.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

CONTA DE LUZ: 2018 começa com bandeira tarifária verde


 Foto: Agência Brasil
Em dezembro de 2017 a bandeira foi vermelha patamar 1, uma das tarifas mais caras, com custo de R$ 3,00 a cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos. Esta tarifa só fica atrás da vermelha patamar 2. Este aumento costuma ocorrer por conta da necessidade de operar usinas térmicas mais caras para compensar a geração hidráulica inibida pela falta de chuvas.
Bom, mas mesmo que a cor da bandeira tenha mudado para a verde e indique condições favoráveis de geração hidrelétrica no Sistema Interligado Nacional, é preciso que o consumidor use a energia de forma consciente e combata o desperdício. Quem dá algumas dicas de como economizar e gastar menos é o pesquisador do Grupo de Economia da Energia, Renato Queiroz.
“O chuveiro elétrico gasta muito. Então eu tenho que fazer uma banho eficiente. Deixar menos tempo o chuveiro ligado, economizar o uso daquilo ali. Não vamos cantar no banheiro que vai gastar muita eletricidade. Quem é o outro vilão também é a geladeira. Então vamos abrir e fechar menos a geladeira. Eu vou dar um terceiro, que é o ferro elétrico, que gasta muita energia também. É melhor acumular a roupa e passar menos vezes. Se você todo dia passa roupa, passa roupa, você tem um período que vai esquentar o ferro e vai gastar muito. Então, também cuidado para você não ficar toda a hora usando aquele ferro elétrico de passar roupa”, afirmou.
A Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica também sugere que os consumidores limpem regularmente o filtro do ar condicionado e só o ligue com o ambiente fechado; troquem as lâmpadas incandescentes pelas de LED, que são mais econômicas; apague a luz sempre que sair; deixe a TV ligada só quando alguém estiver assistindo; espere para lavar roupa e louça, quando a máquina estiver cheia, e se puder, pinte o interior da casa com cores claras, para refletir melhor a luz.
Entenda como funciona as bandeiras tarifárias:
Crédito: Agência do Rádio
Lembrando que as concessionárias não interligadas ao Sistema Interligado Nacional, o SIN, não participam do sistema de Bandeiras Tarifárias, como ocorre com a distribuidora Boa Vista Energia e a permissionária CERR, localizadas no Estado de Roraima.
Outra informação que merece destaque é que na segunda quinzena do ano passado, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu que os valores com subsídios ao setor elétrico vão custar R$ 18,8 bilhões a mais nas contas de luz em 2018. Segundo a decisão, o valor vai ser destinado à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e subsidiará as contas de luz de famílias de baixa renda; servirá para o pagamento de indenizações a empresas, e para compra de combustível usado pelas usinas termelétricas que geram energia na Região Norte e para o programa Luz para Todos.
Este impacto nas tarifas vai ser diferente para os consumidores de energia elétrica das regiões Norte e Nordeste, onde o aumento será de 0,77% na conta. Já para quem mora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, o impacto será de 2,72% nas tarifas de energia.

Por Cintia Moreira

A partir deste ano, é possível fazer o alistamento militar pela internet em todo o Brasil

Você sabia que a partir deste ano o alistamento militar poderá ser feito pela internet? Isto mesmo! Agora o alistamento para fazer parte do Exército Brasileiro, da Marinha do Brasil ou da Força Aérea Brasileira vai poder ser feito de forma online pelo site www.alistamento.eb.mil.br.


Neste ano, é a vez dos jovens que nasceram no ano 2000 se alistarem. Ou seja, todo brasileiro do sexo masculino que completar 18 anos é obrigado a se alistar pela internet ou então deve comparecer a uma Junta de Serviço Militar mais próxima da sua residência. O prazo máximo é até o dia 30 de junho.
Quem optar por fazer o alistamento pela internet deve preencher o formulário e informar o número do CPF para validação dos seus dados pessoais. Agora quem não tem o CPF deve levar os seguintes documentos na junta de Serviço Militar: certidão de nascimento ou no caso de brasileiro naturalizado ou por opção, a prova de naturalização ou certidão do termo de opção; um comprovante de residência ou declaração assinada; e convém também levar um documento oficial com fotografia que permita sua identificação, caso necessário.
Caso perca o prazo, é preciso comparecer a Junta de Serviço Militar mais próxima da sua residência, pagar a multa militar por estar fora do prazo e fazer o alistamento. Esta multa é uma pena, em dinheiro, que é corrigida de três em três meses.
Quem não se alistar dentro do prazo, além de ter que pagar esta multa vai estar em débito com o Serviço Militar e não poderá obter passaporte ou prorrogação de sua validade; não vai poder ingressar como funcionário, empregado ou associado em uma instituição, empresa ou associação oficial, oficializada ou subvencionada; não poderá assinar contrato com o Governo Federal, Estadual, dos Territórios ou Municípios; e prestar exame ou matricular-se em qualquer estabelecimento de ensino.

Por Cintia Moreira

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

A obra de Bonga Kuenda

Neste domingo, as 23 horas, na programação da Web Rádio Alternativa, com produção da Rádio Câmara, Kalimba apresenta a obra de um mestre do Semba: Bonga Kuenda. Um poeta que lutou pela independência de Angola, pela afirmação da cultura e da música tradicional de seu país. O primeiro cantor africano a conquistar discos de ouro e de platina em Portugal.
Com quase cinquenta anos de carreira, Bonga continua sendo um crítico da classe política e da desigualdade social em sua terra e um porta-voz de seu povo.

Apresentação: Daniel do Amaral
Produção: Rádio Câmara 


Temer e Alckmin devem conversar sobre saída de ministros tucanos, diz Padilha

Ministro disse que presidente sabe conduzir negociações em torno dos cargos de primeiro escalão

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, reafirmou nesta quinta-feira que o governo já considera o PSDB fora da base aliada e disse que a saída dos ministros tucanos que ainda estão no governo deve ser acertada em conversas do presidente Michel Temer com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que deve assumir o comando do PSDB no próximo dia 9. "Se houve anúncio por todos os líderes que eles iriam sair (da base) me parece que (saída dos ministros) é uma questão apenas de Temer e Alckmin definirem a forma com que vai ser feita essa transição", afirmou Padilha.
O ministro disse ainda que o presidente "sabe conduzir como ninguém" essas negociações em torno dos cargos de primeiro escalão. "Questão de ministério é questão presidencial e ele está definindo a forma que tem caracterizado o presidente Michel Temer, com muito diálogo, conversando com as lideranças mais importantes do PSDB, e com o diálogo com o governador Alckmin", reforçou. Alckmin e Temer devem se encontrar no próximo sábado quando ambos participam de cerimônia de entrega de unidades do Minha casa, Minha Vida, no interior de São Paulo.
Ao ser questionado se os dois também deveriam tratar na conversa sobre a costura de aliança para as eleições do ano que vem e se o governo pode vir a apoiar Alckmin caso ele demonstre apoio às reformas, Padilha disse que os partidos têm seus projetos para 2018 e que todos precisam ser respeitados.
"O PMDB, os partidos da base de sustentação e o governo têm um projeto de poder para 2018. Nós vamos cuidar deste projeto de poder", destacou. "Acho que de forma absolutamente justa o PSDB e Alckmin têm um projeto de poder, que eles devem defender. Nós compreendemos e de outra parte se espera também que haja compreensão com a decisão do PMDB e dos demais partidos da base do governo." Padilha deu as declarações ao chegar para uma cerimônia na Imprensa Oficial para marcar o fim da versão impressa do Diário Oficial da União (DOU).
Aloysio Nunes
Mais cedo, o ministro das Relações Exteriores, o tucano Aloysio Nunes Ferreira, havia afirmado que as declarações de Padilha feitas na quarta-feira, 29, sobre a saída do PSDB da base aliada, foram mal interpretadas. Segundo ele, o PSDB mantém o apoio ao presidente Michel Temer. "O PSDB não faz parte da base do governo, o PSDB apoia o governo, não rompeu com o governo. Participação do governo ou não é uma decisão do presidente", disse o tucano.

Fonte: CORREIO DO POVO

O que falta para a reforma da Previdência ser votada são muitos votos, diz Maia

Presidente da Câmara considerou resolvidas as mudanças nas regras de transição para o funcionalismo público

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), disse nesta quinta-feira que ainda faltam "muitos votos" para levar ao plenário da Casa Legislativa a proposta de emenda constitucional da reforma da Previdência. Sobre as mudanças nas regras de transição para o funcionalismo público cobradas pelo PSDB, ele considerou o assunto como "resolvido" e indicou não haver mais espaço para novas concessões sem ter como contrapartida a garantia de votos.
Tucanos defendem que servidores que ingressaram no funcionalismo antes de 2003 tenham direito à aposentadoria com o último salário da carreira, mas Maia adiantou que, num momento em que o PSDB discute o desembarque do governo, não pode pedir a mudança ao relator Arthur Maia (PPS-BA) se a alteração não vai garantir votos. "É melhor não mexer. Para que mudar a reforma, se essa mudança não vai agregar votos?", questionou o presidente da Câmara. "Quem pede a mudança não pode pedi-la e depois não ajudar", avisou o democrata.
Nas contas de Maia, as flexibilizações feitas no texto já reduziram para R$ 400 bilhões em dez anos a economia gerada pela reforma - ou seja, metade dos R$ 800 bilhões que o governo pretendia economizar com a proposta original encaminhada à Câmara. "Menos do que isso, estaremos prejudicando as pessoas que ganham menos e as crianças. A distorção da Previdência tira todo ano do orçamento R$ 60 bilhões", observou.

Fonte: CORREIO DO POVO

domingo, 1 de outubro de 2017

Comissão aprova direito de mães amamentarem durante prova de concurso



A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher aprovou proposta que assegura às mães o direito de amamentarem seus filhos de até seis meses de idade durante a realização de concursos públicos federais. Foi aprovado o Projeto de Lei 3220/15, do senador José Medeiros (Pode-MT).
Pelo texto, a mãe indicará um acompanhante responsável pela guarda do lactente no período das provas. Esse acompanhante, que deverá chegar ao local até o horário estabelecido para o fechamento dos portões, ficará com a criança em local próximo, reservado à amamentação.
A mãe terá o direito de amamentar cada filho, se tiver mais de um, em intervalos de duas horas, por até 30 minutos cada um. O tempo despendido será compensado na realização da prova. Durante a amamentação, a mãe deverá ser acompanhada por um fiscal.
Relatora na comissão, a deputada Conceição Sampaio (PP-AM) disse que não há o que questionar sobre a importância do aleitamento materno, tanto para o bebê quanto para a mãe.
“Para a criança, o leite materno fortalece a imunidade; dá segurança e tranquilidade. Já para a mãe o aleitamento reduz o estresse devido ao contato com o filho, que fortalece o vínculo”, disse.

Solicitação prévia
 
Conforme o texto aprovado, só será garantido o direito à amamentação às mães que solicitarem a autorização previamente aos organizadores do concurso, de acordo com prazo a ser determinado em edital.
Muitos editais atualmente já preveem a possibilidade de a candidata amamentar e de haver um acompanhante para ficar com o bebê durante a prova. O projeto do senador José Medeiros torna essa possibilidade lei.

Tramitação
 
A proposta tramita em regime de prioridade e em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Reportagem - Murilo Souza
Edição - Marcia Becker

Por Portal Câmara dos Deputados 

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Câmara dos Deputados tenta mais uma vez votar reforma política



A Câmara dos Deputados tentará mais uma vez avançar na discussão das propostas de reforma política que tramitam na Casa. Nesta terça-feira (19), o plenário volta a analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 77/03, que institui um novo sistema eleitoral e um fundo público para financiar as campanhas.
A proposta já está há algumas semanas no plenário, mas não encontra consenso entre as principais bancadas.
O texto em análise propõe a adoção do voto majoritário (conhecido como “distritão”) para escolha de deputados para as eleições de 2018 e 2020 e a instalação do sistema distrital misto, que combina voto majoritário e voto em lista preordenada pelos partidos nas eleições proporcionais a partir de 2022.
Outro ponto de destaque da proposta é a instituição de um fundo público para financiamento das campanhas eleitorais. O fundo seria composto por recursos da União, sem valor ainda definido. O fundo deve ser regulamentado por um projeto de lei que já foi aprovado em comissão especial e está para chegar ao plenário.
Na quarta-feira (20), os deputados devem continuar a votação da PEC 282/2016, que trata do fim das coligações partidárias nas eleições de deputados e vereadores a partir do ano que vem. De acordo com a emenda, os partidos poderiam se organizar em federações que funcionariam durante todo o período do mandato dos candidatos eleitos.
A proposta também prevê a adoção de uma cláusula de desempenho para que os partidos só tenham acesso aos recursos do Fundo Partidário e ao tempo de propaganda na rádio e na TV se atingirem um patamar mínimo de candidatos eleitos em todo o país.
As duas PECs enfrentam dificuldades para avançar no plenário, pois nenhuma delas atingiu o mínimo necessário de 308 votos, entre o total de 513 deputados, para aprovação de mudanças constitucionais.
Outro problema é a falta de tempo para construir o apoio da maioria, uma vez que para serem válidas para as eleições do ano que vem, as mudanças precisam ser aprovadas em dois turnos pela Câmara e pelo Senado até o início de outubro, um ano antes do próximo pleito.
 
Histórico de impasse

Nos últimos 15 anos, foram registradas pelo menos 120 propostas (30 PECs e 90 projetos de lei) de mudanças na legislação eleitoral e partidária, segundo dados da Câmara.
Boa parte das matérias trata de alterações na forma de financiamento das campanhas eleitorais, regras para fidelidade partidária e alterações no sistema de escolha dos deputados, além de mecanismos para evitar a proliferação de partidos.
Na última década, mais da metade das propostas foram arquivadas pelos parlamentares, entre elas pelo menos quatro propostas de emenda constitucional para adoção do voto distrital misto. Cerca de 30 projetos aguardam deliberação do plenário.
Em muitos casos, os parlamentares apresentaram propostas pulverizadas em diferentes projetos de lei, que podem ser aprovadas com maioria simples, sem a necessidade de 308 votos, quórum exigido para alterações na Constituição. A estratégia surtiu efeito para alguns assuntos, como a questão da fidelidade partidária, aprovada via PL em 2011.
“Nesses últimos dois anos, 2013 e 2015, houve essa inovação do “distritão”, que não existia nas discussões de antes, de 2011 e 2009. Isso, na verdade, trouxe um elemento novo que complicou ainda mais o cenário no sentido de dificultar a aprovação de qualquer outra mudança”, afirmou o cientista político da Universidade de Brasília (UnB), Lúcio Rennó.
Para Lúcio Rennó, que acompanha as iniciativas de reforma política no Congresso desde 2003, o fato de a reforma política entrar no debate na véspera de um pleito dificulta a implementação das mudanças.
“Não há uma discussão que se mantém, que se aprofunda no ano eleitoral ou no período pós-eleitoral para se avançar de fato numa reforma. Fica tudo sempre para a última hora e aí o atropelo gera a impossibilidade de aprovação. Apesar de ter uma janela ainda muito pequena de tentar votar isso na Câmara, mas, tudo indica que mais uma vez toda essa discussão vai morrer na praia”, disse o especialista.
Para o pesquisador, apesar da dificuldade de os parlamentares chegarem a um consenso, há um senso geral da necessidade de se mudar dois pontos: a proliferação de partidos sem base ideológica, o que prejudica a governabilidade; e a relação do dinheiro com a política, que se expressa na influência dos doadores de campanha.
“Há um consenso entre todos aos partidos políticos e todos os atores do Congresso envolvidos de que esses dois aspectos são problemáticos. A questão é que não se tem um consenso mínimo necessário sobre as soluções. As pessoas não conseguem se entender muito bem sobre qual é a solução para o problema”, afirmou Rennó.
Apesar do descontentamento da sociedade com os representantes políticos, o especialista não acredita que esse fator e nem a crise econômica possam favorecer a votação da reforma política.
“Toda vez que emergem essas discussões, desde 2003, é em resposta a alguma crise que afeta o Congresso e que aumenta a crítica da população, por exemplo, o mensalão. É fato que talvez a dimensão da crise atual seja superior a crises anteriores. Mas, essa crise se volta muito para a questão do financiamento de campanha, que está na essência da discussão da Lava Jato, e essa discussão já teve avanço no Supremo, que vedou a possibilidade de doação de pessoa jurídica, e o Congresso não encontra agora ambiente favorável para alteração dessa proposta”.

Por Agência Brasil

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Em dia de chegada de Joesley a Brasília, parlamentares se mobilizam em torno da CPI da JBS


No dia da chegada de Joesley Batista a Brasília, no Congresso parlamentares se mobilizam em torno da CPI mista da JBS. O presidente da comissão, senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO), convocou uma coletiva de imprensa para as 18h desta segunda (11) e deve dar mais detalhes sobre o andamento dos trabalhos.
Oliveira teve uma conversa com o presidente Michel Temer no último sábado dia 9 no Palácio do Jaburu. O encontro não estava na agenda oficial de Temer e Oliveira saiu sem falar com a imprensa. 
A comissão vai investigar empréstimos do BNDES à J&F, empresa que controla o frigorífico JBS.
A primeira reunião da comissão, formada por deputados e senadores, está marcada para as 14h30 desta terça-feira (12). No encontro será escolhido o relator da comissão. 
Nesta terça, após a escolha do relator serão votados requerimentos de depoimentos dos irmãos Joesley e Wesley Batista (acionistas controladores do Grupo J&F Investimentos) de Ricardo Saud (ex-diretor de relações institucionais do Grupo J&F), Marcelo Miller (ex-procurador do Ministério Público Federal), Demian Fiocca e Luciano Coutinho (ex-presidentes do BNDES) e do procurador-geral da República Rodrigo Janot.
Fonte: Mariana Londres, do R7, em Brasília

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Flamengo e Cruzeiro começam a decidir Copa do Brasil nesta quinta-feira

Flamengo e Cruzeiro iniciam nesta quinta-feira (7), no Maracanã, a decisão da Copa do Brasil, que terá o jogo final disputado no Mineirão, no dia 27 deste mês.

Os dois times se tornaram finalistas depois de eliminarem nas semifinais Botafogo e Grêmio respectivamente, tendo o Cruzeiro obtido a classificação contra os gaúchos em disputa de pênaltis, enquanto o Flamengo venceu o rival carioca por 1x0 no tempo normal de jogo.

Esta será a segunda vez que Flamengo e Cruzeiro decidem a Copa do Brasil.

Por Jorge Wamburg [Radioagência Nacional]

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Petrobras reduz preço da gasolina em 3,8% e eleva diesel em 0,7% na quinta

Nesta quinta-feira, 7 de setembro, a Petrobras reduzirá os preços da gasolina nas refinarias em 3,8% e promoverá aumento do diesel em 0,7%.

A nova política de revisão de preços foi divulgada pela petroleira no dia 30 de junho. Com o novo modelo, a Petrobras espera acompanhar as condições do mercado e enfrentar a concorrência de importadores. 

Em vez de esperar um mês para ajustar seus preços, a Petrobras agora avalia todas as condições do mercado para se adaptar, o que pode acontecer diariamente. 

Além da concorrência, na decisão de revisão de preços, pesam as informações sobre o câmbio e as cotações internacionais.
Por Agência Estado